7 de dez de 2010

Ao óbito















Os risos envenenam.
Saem escaldantes para o externo da alma.
E com toda grandeza de algo mortal
Misturam-se aos anseios do corpo.
Em fluxo contínuo de destruição,
Deslizam pelas veias do íntimo
Levando toda doçura de tristezas ao chão dos esquecidos.
E todas as horas escuras dos olhos
...Ao óbito.

                                   (Halifas Quaresma)

3 comentários:

  1. belas palavras, escreves muito bem ! =)

    saudade daqui,
    beijo
    *.*

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  2. Risos. Tantos risos existem. Até o de dor. Uma explosão de emoção que salta corpo a fora.

    Obrigada pelo selo.
    pela visita ao blog.
    Agora sim estou de volta, e viva s ferias!
    beijo querido.

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  3. Ana, que bom te ver aqui de novo...Eu tenho tido poucas horas para o blog.

    Isso me lembra uma certa Luanne, que também estava sem tempo...rsrsrs.

    Bom te ver de volta guria, aqui e em seu blog também.

    Beijos. . .

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